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25 junGOVERNADOR FECHA ACORDO COM GRUPO DA INDONÉSIA

O governador Pedro Paulo Dias de Carvalho confirmou na tarde desta quinta-feira, 24, no saguão do Aeroporto Internacional de Macapá, que o Grupo Salim, da Indonésia, vai investir no Estado US$ 1,3 bilhão para a exploração de dendê, pelos próximos quatro anos. A empresa assumiu o compromisso de iniciar os trabalhos em setembro, injetando na economia local US$ 400 milhões. Este é considerado o maior programa de investimento já realizado no Amapá entre governo e um grupo estrangeiro.

O acordo foi assinado durante o encontro do governador com os diretores do Grupo, na Indonésia, no início da semana. “Tenho sempre na mente que é preciso melhorar cada vez mais a qualidade de vida, a partir da geração de emprego e renda, um dos pilares do nosso Plano de Prioridade de Desenvolvimento Humano (PPDH). Para tanto, necessitamos buscar esses investidores para que passem a injetar recursos no nosso Estado”, ressaltou.

Antes mesmo da assinatura do acordo, o grupo já teria instalado no Estado a empresa Rio Grande. Com o acordo confirmado, as atividades para o plantio de palma (palmeira de dendê) começam em setembro. Nesta primeira etapa, os investidores aplicarão cerca US$ 400 milhões.

As áreas de plantação de palma se espalham por quatro municípios: Ferreira Gomes, Tartarugalzinho, Amapá e uma parte de Porto Grande, somando 200 mil hectares. O setor industrial ficará em Santana.

O governador estima a criação de 16 mil empregos com a instalação da empresa no Amapá. Todo o processo de investimento terá o acompanhamento da equipe de Governo. Pedro Paulo afirmou que a chegada do Grupo Salim é o primeiro passo para a entrada de outros investidores no Estado.

“Hoje nós temos o Grupo Salim, mas queremos mais. E vamos usar todos os mecanismos que favoreçam a instalação de outras empresas no Estado. O Amapá tem o manual de investidores e esse documento proporciona vantagens para aqueles que quiserem investir em nosso Estado”, salientou Pedro Paulo.

A intenção do Governo é encontrar interessados em explorar outras áreas como mineração, pesca e turismo. A finalidade é tornar o Amapá um Estado atrativo para os grandes empreendimentos de dentro e de fora do Brasil.

“Precisamos dar visibilidade para o Amapá. Tem muitos brasileiros que não conhecem o nosso Estado. Eles precisam saber que o Amapá está no meio do mundo, de esquina com o rio Amazonas, a poucos minutos de Caiena, a 4h de Miami e a 8h de Paris. Só assim as pessoas terão a oportunidade de ver o Amapá de forma diferente”, disse o governador.

Concorrência

Para fechar com o Grupo Salim, o Amapá deixou para traz o Pará, Maranhão, Amazonas, Piauí e Rio Grande do Norte, que mostraram interesse em levar os investimentos dos empresários para os seus estados. O governo maranhense chegou a oferecer 400 mil hectares de terra sem custo nenhum.

A posição geográfica do Amapá foi o diferencial em relação aos concorrentes. A proximidade com os Estados Unidos e a Europa pesou a favor. O Grupo Salim, considerado um dos maiores do mundo, tem interesse em chegar aos mercados das Américas Latina e Central, Estados Unidos e Europa. Além do dendê, a empresa pode trabalhar na produção de biodiesel, margarina, óleo de cozinha, graxas, óleos finos para cosméticos e fármacos, sabão, dentro outros.

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24 junPedro Paulo cobra investimentos da Amcel no Amapá

O governador do Estado, Pedro Paulo Dias de Carvalho, reuniu na tarde desta quinta-feira, 24, no Palácio do Setentrião, com a sua assessoria técnica e com representantes da empresa Amcel para discutir investimentos econômicos imediatos no Amapá. Essa é a primeira de uma série de encontros previstos, onde a pauta será os interesses da população local. Neste primeiro momento, a reunião serviu para que os acionistas da Amcel apresentassem à equipe de governo o planejamento da empresa e a planilha de investimentos em curto prazo.
A Amcel é composta atualmente pelas companhias japonesas Marubeni e Nippon Paper, que anunciaram a compra no dia 28 de novembro de 2006. A negociação girou em torno de US$ 50 milhões, divididos igualitariamente entre as compradoras. A Amcel desenvolve pesquisas para ampliar a produção e a qualidade do eucalipto produzido atualmente. Esse trabalho possibilitaria a construção de uma fábrica de celulose no Estado no valor de US$ 1,5 bilhão até 2023. “Apenas com o aumento na produtividade e área plantada seria possível abastecer a fábrica com matéria-prima necessária para o funcionamento”, explicou o diretor-presidente da Amcel, Takuya Kuwahara.
Os técnicos do governo lembraram que há mais de 30 anos a Amcel exporta matéria-prima bruta do Amapá para o mercado europeu e norte-americano, mas que o retorno financeiro ao Estado nunca veio na mesma proporção das explorações. O governador disse ao diretor Takuya Kuwahara que a população do Amapá tem pressa.
“Nós, governantes, somos cobrados a cada quatro anos. Por isso, não temos mais interesses em sermos apenas um Estado importador de matéria-prima. Nós precisamos de fábricas que proporcionem ao povo do Amapá mais do que foi ofertado até hoje”, ponderou o governador.
Pedro Paulo disse que a intenção do Governo não é prejudicar a empresa, mas é importante que os benefícios estejam em uma via de mão dupla. O Amapá tem todo o interesse de obter investimentos, dispõe de inúmeros mecanismos de orientação e leis que beneficiam os empresários: manual do investidor e zona franca verde, por exemplo. “Nós precisamos avançar. E esse será um importante canal de diálogo em busca do bem dos amapaenses”, afirmou Pedro Paulo.

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10 junGoverno do Amapá apóia produção do longa metragem Tainá 3

O Amapá poderá mais uma vez ganhar ampla visibilidade na mídia nacional e até internacional, a partir do filme Tainá 3, a ser exibido nos cinemas de todo o mundo. A equipe de produção do filme se reuniu na manhã desta quarta-feira, 9, no Palácio do Setentrião, com o Assessor do governo Celso de Deus, para reforçar a parceria com o Governo do Estado e para acertos finais.

A filmagem e produção do longametragem serão feitas no Estado, na Ilha de Santana. A proposta é valorizar os aspectos culturais, turísticos e ambientais do Amapá. De modo que tais segmentos possam ser projetados para o restante do Brasil e outros países.

Um dos compromissos do Governo do Amapá com a produção do filme Tainá 3 é fornecer suportes logístico, administrativo e operacional. O cineasta Pedro Rovai, produtor do filme, diz que a produção deverá aquecer a economia local, pois toda a confecção de cenários e figurinos será produzida no Estado.

Os produtores anteciparam que as filmagens do longametragem deverão iniciar dia 1º de julho no Rio Tapajós. Dia 13 de agosto segue para a Ilha de Santana, no Amapá. Todo o suporte e cenário já estão sendo montados.

“Escolhemos a Ilha de Santana pela beleza e riqueza ambiental. O Amapá tem uma biodiversidade incrível que queremos explorar no filme. Estamos convencidos de que o filme Tainá 3 também vai gerar uma repercussão excelente por estar divulgando, através das imagens, um Estado que possui uma natureza sem igual”, afirmou a produtora, Virginia Limberger.

O lançamento nacional de Tainá 3 está previsto para janeiro de 2011. O filme está orçado em R$ 8 milhões.